Ícone do site

A suspensão de Abel Ferreira

Anúncios

A suspensão imposta pelo STJD a Abel Ferreira, de oito jogos, em razão de expulsões recorrentes ao longo de sua trajetória como treinador do Palmeiras, é mais do que justa.

Arrisco dizer que, pelo conjunto da obra, o treinador até saiu no lucro.

Ferreira agiu para, no mínimo, ser retirado das partidas o dobro de vezes em que foi punido.

Dentro de campo, ultrapassa os limites da má educação, comportando-se como um garoto mimado a quem nunca foram impostos limites.

Quem deveria tê-lo feito, a “mãe” Leila Pereira, prefere bajulá-lo, contribuindo, assim, para o comportamento errático — além, é claro, da sensação de impunidade, que o Tribunal agora parece tentar corrigir.

Serviria de lição, não fosse a possibilidade de efeito suspensivo e redução de pena, frequentes após decisões de grande repercussão no STJD.

Se isso ocorrer, tudo permanecerá como está.

Para educar Abel, o Palmeiras deveria não recorrer e, ainda, multá-lo pela ausência no trabalho, decorrente de uma punição evitável à qual ele próprio se submeteu por não saber se portar de maneira civilizada.

Evidentemente, trata-se de utopia.

Na prática, caberá aos árbitros serem ainda mais firmes e, a cada novo desatino do palestrino, aplicar-lhe o cartão vermelho.

Facebook Comments
Sair da versão mobile