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Nova treinadora das Brabas tem 1,9% de aproveitamento nos últimos três anos

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De maneira inacreditável, sem que exista qualquer fundamentação técnica para a escolha, o Corinthians anunciou Emily Lima como nova treinadora de sua equipe feminina de futebol.

A trajetória recente da profissional é um desastre.

No comando do Peru, entre 2023 e 2025, foram seis partidas e seis derrotas, com 0% de aproveitamento.

Em 2025, no Levante, da Espanha, conseguiu apenas um empate em 11 jogos, atingindo 3% de aproveitamento.

Somando as duas experiências, Emily acumulou 17 partidas, 16 derrotas e apenas um empate, o que representa menos de 2% de aproveitamento (exatos 1,96%).

Não há, portanto, o que justifique a escolha.

O único período relevante — ainda assim marcado por fracasso — ocorreu em 2017, há longos nove anos, quando dirigiu a Seleção Brasileira, da qual foi demitida após entrar em conflito com as principais jogadoras.

Ao sair, atirou:

“(…) eu acho que precisa ter respeito com as meninas novas, porque o que Marta, Cristiane e Formiga conquistaram?”

Desnecessário detalhar o significado dessas jogadoras para o futebol feminino mundial, não apenas nacional.

Stabile, que não consegue fornecer o mínimo de infraestrutura ao departamento mais vitorioso da história recente alvinegra — a Fazendinha segue interditada e as jogadoras sequer sabem onde treinarão ou jogarão no dia seguinte — é um “leão” quando o assunto é reformar a bocha, a peteca, o tamboréu ou o futebol associativo, que servem apenas para dragar recursos alvinegros sem a mínima contrapartida (a não ser para o cartola, a quem vendem seus votos a cada período eleitoral).

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