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O assalto na Copinha

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Não há como tratar os erros de arbitragem ocorridos ontem na partida entre Palmeiras e Vitória, pela Copinha, senão como um verdadeiro “assalto”, dentro do jargão futebolístico.

É improvável que lances como o gol escandalosamente impedido do Palmeiras e a bola que ultrapassou a linha fatal na cobrança de pênalti dos baianos não tenham, ao menos, gerado dúvidas nos assopradores de apito.

Para dizer o mínimo.

Desde a sua implementação, não há mais como admitir campeonatos com cobertura midiática relevante — como é o caso da Copa São Paulo — sem a utilização obrigatória do VAR.

Aliás, os detratores do equipamento, quase sempre munidos de argumentações pueris, seguem convenientemente calados.

O VAR existe justamente para evitar que lances tão escandalosos prevaleçam no erro, podendo, eventualmente, em situações mais complexas — afinal, é operado por seres humanos —, também ser interpretado de forma equivocada.

Ainda assim, é muito melhor do que os vexames que estamos assistindo, diariamente, na Copa São Paulo.

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