
Em participação no podcast Os Tricolacos, Caio Forjaz, conselheiro do São Paulo, escancarou um sistema viciado, arcaico e profundamente antidemocrático que domina o clube.
Segundo ele, as eleições não passam de uma encenação.
O voto, pelo relato, já chega pronto.
Cédulas pré-preenchidas seriam distribuídas por grupos políticos, entregues aos associados com os nomes “corretos” escolhidos previamente.
Caso de polícia.
Em troca da obediência, o departamento social do clube oferece benesses.
Clássico curral eleitoral.
Forjaz acrescentou que o sistema sabe como “convencer”: ingressos para shows, como o do AC/DC, e outros mimos circulam nos bastidores, garantindo fidelidade e silêncio.
Urge investigação.
Os cartolas do São Paulo são bandidos ou o conselheiro mente?
Torcedores não podem permanecer na dúvida, porque os conselheiros — evidentemente —, se não participam, sabem e se calam, salvo raríssimas exceções.