
Por 311 a 163, a Câmara Federal aprovou a urgência do Projeto de Lei assinado pelo estelionatário da fé Marcelo Crivella, capacho do mal maior, Edir Macedo, autointitulado “bispo” da criminosa IURD.
O objetivo primordial da proposta é impedir a prisão de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses por, entre outras coisas, tentar o Golpe de Estado no Brasil.
Entre os votos favoráveis, destacou-se o apoio de diversos parlamentares ligados ao esporte.
Votaram “sim” pela anistia:
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Luiz Lima (NOVO-RJ) — ex-nadador olímpico;
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Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS) — ex-goleiro do Grêmio e da Seleção;
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Maurício do Vôlei (PL-MG) — ex-atleta de vôlei;
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Douglas Viegas (UNIÃO-SP) — ex-jogador e influenciador do basquete;
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Júlio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF) — ex-secretário de Esporte do DF;
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Júlio Arcoverde (PP-PI) — ex-secretário de Esportes do PI e dirigente esportivo;
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Afonso Hamm (PP-RS) — já presidiu a Comissão do Esporte;
- General Girão (PL-RN) — ex-presidente do Fortaleza;
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Ruy Carneiro (Podemos-PB) — ex-secretário estadual de Juventude, Esporte e Lazer da Paraíba.
Quatro foram contrários:
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Felipe Carreras (PSB-PE) — ex-secretário de Turismo e Esportes de PE; relator da Lei Geral do Esporte;
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Luciano Bivar (União-PE) — ex-presidente do Sport/PE;
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Eduardo Bandeira de Mello (PSB-RJ) — ex-presidente do Flamengo;
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Orlando Silva (PCdoB-SP) — ex-Ministro do Esporte.
Triste retrato.
Constata-se, mais uma vez, as razões de clubes, cartolas e atletas permanecerem em silêncio diante da necessidade de combater a barbárie em um país que, atacado por déspotas e bandidos, luta para se manter democrático.