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Portuguesa legalizará a fraude para manter a SAF

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Recentemente, a Portuguesa, desesperada diante da falência à porta, vendeu o futebol do clube para uma empresa ligada a notório espertalhão do esporte.

Um tiro no escuro.

O negócio foi realizado de maneira ilegal, sem que fossem sanadas pendências apontadas pelo COF.

Diante disso, a Federação Paulista de Futebol recusou-se a aceitar a operação.

Os compradores pressionaram, utilizando-se de torcedores, conselheiros e também do Presidente da Lusa.

Com medo, Marcos Rógerio Lico, presidente da Assembleia Geral de sócios, suprimiu da Ata da reunião anterior o trecho que obrigava as partes a satisfazerem as restrições listadas.

Trata-se de uma fraude.

Uma Ata compreende o teor exato do que foi discutido em determinada reunião.

A retificação, a não ser por erro claro de intepretação ou digitação, pode ser tratada, em alguns casos, como passível de judicialização.

Com a faca da incompetência e dos roubos de gestões anteriores no pescoço, a Lusa decidiu, sem constrangimento, pelo caminho da imoralidade.

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