
Péssimo exemplo enquanto jogador de futebol, Renato Gaúcho parece ter piorado com o tempo, trazendo para a profissão de treinador pífia evolução de maturidade, além de frustrações e exemplos claros de má formação – intelectual e moral.
Tempos atrás, disse que não precisaria estudar para se manter na profissão.
A ausência de qualificação é notória quando observa-se a limitação tática de suas equipes, jogadores que foram por ele treinados dizendo que Renato ‘é só resenha’, e que não gosta de aplicar treinos, mas também quando precisa se pronunciar publicamente.
Gaúcho é apoiador de Jair Bolsonaro.
Ninguém é bolsonarista por acaso.
O negacionismo à educação, constatada na ausência notória de seus efeitos, resultaram nas ameaças a jornalistas proferidas em recente entrevista coletiva:
“Se continuarem mentindo, vou dar nome aos bois. Vou atacar também. Vou chamar de mentiroso e alguns de covardes, que estão se aproveitando da situação do Grêmio.”
“Vocês também têm família, também têm filhos no colégio e também andam por aí. O torcedor conhece alguns de vocês. Querem que a gente passe por dificuldades? Alguns de vocês vão começar a passar também.”
Renato deveria ter recebido voz de prisão no ato.
A diretoria do Grêmio tem que vir a público e dizer qual atitude será tomada à respeito.
Há margem para demissão por justa causa.
O Grêmio não pode se juntar em endosso ao provável cometimento de crime tão covarde.