
Ontem, William Pereira Rogatto, pequeno aliciador de jogadores para venda de resultados que se apresentou como grande empresário, tudo indica, enganou a CPI das Apostas Esportivas, sugerindo, sem provas, ter rebaixado dezenas de clubes e embolsado R$ 300 milhões.
Quem o conhece no interior de São Paulo garante que era um ‘duro’.
Tal condição pode ser comprovada quando, em 2021, junto com um casal a quem se associou, tomou R$ 25 mil emprestados do Sr. Jorge Luiz Altéia, que nunca foram pagos.
Rogatto chegou até a assinar confissão de dívida.


O documento consta em ação judicial de cobrança promovida pelo credor.
Em junho de 2024, há quatro meses, a Justiça vasculhou as contas de Rogatto e nada encontrou.

É no mínimo estranho que alguém com arrecadação confessada de R$ 300 milhões permita se sujar por tão pouco.
Na CPI, presidida por mitômano ligado a site de apostas, Rogatto, malandro de operações pequenas, encontrou o palco perfeito, que permitiu, assim como ocorrido com o também lunático John Textor, a exposição de suas loucuras.