
Miguel Galán, presidente do CENAFE (Centro Nacional de Formação de Treinadores de Futebol), da Espanha, denunciou que jogadores europeus estariam obrigando parceiras a assinarem um ‘formulário de consentimento sexual’.
O objetivo seria precaução contra possíveis denúncias de estupro.
Porém, a Clausula VI, que trata sobre ‘violação acidental’, é comprometedora.
Tudo indica, base para intimidar possíveis vítimas de violência sexual.
Especialistas ouvidos pelo jornal espanhol ‘O Jogo’ afirma que perante a justiça criminal o documento não teria validade.
Ainda assim, a tentativa é indicadora de péssimas intenções.
Além de broxante.
Imagine um casal, em meio ao mágico clima pré-relação sexual (evidentemente a consentida), precisar parar para enviar minuta de contrato a um advogado e receber de volta a informação do que pode significar o Item VI do documento.


