Ontem, o Corinthians passou pelo constrangimento de formalizar contrato de três anos com o ‘lateral’ Reginaldo Borim, de apenas 17 anos, que, até 2023, atuava como goleiro e, em 2024, jogou apenas 33 minutos.
Pressionado por matéria do Globo Esporte, que caiu como uma bomba em PSJ, Claudinei Alves, diretor da base, demitiu o jogador.
Leia, na íntegra:
Ao fingir-se de traído, o cartola não contou a verdade.
Diz trecho da reportagem do GE:
“Na ficha de avaliação de Reginaldo, o campo “indicação” tem os nomes de Claudinei Alves e de Lima, empresário com bom trânsito na base do Corinthians”
Lima é bem conhecido do leitor do Blog do Paulinho.
Tratá-lo como empresário é ocultar sua real função no grupo de Augusto Melo: ‘Operador de Achaque’; tomador de dinheiro dos pais de jovens revelações com a promessa de colocá-los em equipes de futebol; quantia que, em regra, segue sendo cobrada sob risco de exclusão do elenco.
Claudinei, que assinou com Lima a ficha de avaliação de Reginaldo Borim, sempre esteve ciente das extorsões, conforme comprovamos em áudios trocados com Augusto Melo e Valmir Costa.
A diferença é que as malandragens à época objetivavam equipes menores, como Barbarense, AD Guarulhos, etc.
Agora, para acolher as ‘indicações’, foram criadas equipes dentro do departamento de futebol de base, como o Sub-18, que sequer disputam campeonatos, mas servem para encorpar o currículo de gente que, tudo indica, deve pagar para ser inserida no BID como jogador do Corinthians.
Ouça abaixo conversas estarrecedoras entre Augusto Melo, Lima, Valmir Costa e Claudinei Alves, reveladoras do que pode ter acontecido no episódio da contratação do goleiro/lateral pelo Corinthians:
