Anúncios

Relatos dão conta de que o estuprador Daniel Alves, logo após comprar a liberdade provisória em meio ao cumprimento de parte da sentença de quatro anos e meio, realizou uma festa em sua residência.
Compareceram convidados encapuzados que permaneceram ao longo da madrugada.
Qual a comemoração?
O tempo de prisão, se não houver fuga, será, em breve, complementado.
A mancha pessoal é eterna.
Alves, em vez de, neste pouco mais de um ano de cárcere, arrepender-se da violência cometida, parece permanecer num mundo paralelo.
Nada aprendeu.
Segue refém dos bajuladores e incapaz de demonstrar arrependimento – aliás, bem pelo contrário, como demonstrou a comemoração menos de 24 horas após a soltura.
Facebook Comments