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Em condições normais, a Seleção Brasileira ter Leila Pereira como ‘chefe de delegação’, apesar da função figurativa do cargo -, seria digno de comemoração.
Porém, os bastidores não permitem.
Madame, por esperteza política, trabalha pela permanência de Ednaldo Rodrigues no poder da CBF.
Por isso, não por homenagem às mulheres – como o marketing tenta vender -, foi convocada.
Situação que acaba por submetê-la à submissão de um dos espertalhões do esporte, o que, justamente, é o contrário de valorizar a mulher no futebol.
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