
O contrato do Palmeiras com a WTorre possui ainda duas décadas a serem cumpridas num ambiente de parceria que há tempos inexiste.
Se está ruim agora, como ficará nos próximos anos?
Urge a necessidade do rompimento deste vínculo.
As opções mais factíveis seriam a do clube comprar a parte dele do negócio ou encontrar um parceiro que esteja disposto a fazê-lo.
No caso do Palmeiras, poderia haver a composição com os valores devidos pela WTorre – se confirmados pela Justiça, que amenizariam o aporte de dinheiro.
Há, porém, uma caixa preta neste caminho.
A WTorre construiu a Arena sem colocar dinheiro do bolso, a base de empréstimos que não honrou – e refinanciou – além de debentures reemitidas com frequência.
Quais seriam as garantias destes problemas?
São diversas questões a serem apreciadas num contrato, desde sempre, tratado como ruim para o clube por este Blog do Paulinho.