Anúncios

É impossível saber, diante de tanta bagunça, quem será o próximo presidente da CBF – talvez, dependendo da Justiça, o que foi afastado.
Seja lá quem for, a primeira definição tem que ser o afastamento de Neymar.
Nenhum treinador terá coragem de fazê-lo sem o respaldo do cartola.
Diniz se amedrontou.
Antes dele, Tite ajoelhou-se.
Em 2024, teremos a Copa América como principal teste para uma Seleção Brasileira renovada, sem os vícios impostos pelo ‘Peter Pan’.
Neymar, por contusão e pelas noitadas, não jogará.
O treinador terá um ano de sossego; após, as pressões retornarão.
De parte da mídia e também de patrocinadores.
Se a CBF não decidir pelo afastamento, tonando a resolução pública, em 2025 o Brasil, novamente, será refém da má-escolha.
Facebook Comments