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Corinthians começa a ser montado no ‘padrão Rubão’ de ausência de qualidade

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Pós-eleições do Corinthians, em que todos os jogadores dispensados saíram do clube por decisão da dupla Augusto Melo/Rubão, assim como os que permaneceram, entre os quais Cássio e Fagner – ligados a Carlos Leite, começaram a chegar os ‘reforços’ para a temporada 2024.

O padrão Rubão de ausência de qualidade, o mesmo que montou o time que viria ser rebaixado no Brasileirão de 2007, é notório.

Entre os jogadores especulados – a maior parte para atender aos interesses de mercadores da América Latina – chegaram três atletas do mercado nacional.

O lateral Hugo, do Goiás (este acertado por Duílio ‘do Bingo’), o volante Ranieli, do Cuiabá (apenas 60% dos direitos) e o zagueiro Adriano, do Novorizontino, que, aos 26 anos, jogando sempre em equipes menores do cenário nacional, nunca se destacou.

Este último por indicação do ‘scout’ Thiago Gasparino, ligado a Fernando Alba – do Centrão apoiador de Augusto Melo – que, coincidentemente, trabalhou com o atleta em Novo Horizonte.

Não é uma transação comum.

Em regra, o ‘scout’ avalia nomes sugeridos pela diretoria, não o contrário.

A realidade é que as promessas de grandes contratações e de que a ‘farra’ de Palmeiras e Flamengo havia chegado ao fim deram lugar à dura realidade.

O Corinthians será administrado por mercadores da bola que tem como prioridade, bem antes das necessidades do clube, a da resolução de suas vidas; para piorar o quadro, com histórico de incompetências.

Rubão ajudou a rebaixar o próprio Timão, em 2007, rebaixou o Guaratinguetá, em 2013, e deixou o União Barbarense, desta feita em parceria com Augusto Melo, sem dinheiro e na última colocação da Copa São Paulo de Juniores, em 2019.

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