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CBF se comunica mal e dá margem aos mal-educados apresentarem-se como vítimas

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Pela milésima vez, membros da comissão técnica do Palmeiras comportaram-se com péssima educação durante partidas disputas pelo clube.

Não se trata, portanto, de situação ocasional.

Eles, definitivamente, não são respeitosos.

Num ambiente de arbitragem sério, e corajoso, Abel Ferreira, com merecimento, deveria ser expulso todas as partidas, assim como seu auxiliar, cumplice também em malfeitos.

Arrogantes, eles seguem prestigiados por conta dos resultados esportivos e pela benevolência de uma diretoria de costumes flexíveis.

No último final de semana, o auxiliar de Abel, com razão, reclamou de lance pessimamente interpretado pelo VAR contra sua equipe; novamente, porém, ofendendo a arbitragem.

Ou seja, errou até quando estava certo.

A CBF, em vez de pedir desculpas pelo grave erro do árbitro – o que seria digno, mas pontuar mais um episódio desrespeitoso do palmeirense, em nota oficial, fez bobagem ao, despropositadamente, tratar o comportamento do auxiliar como xenófobo.

Não é; nunca foi.

Eles são, na condição se seres humanos, independentemente de nacionalidade, simplesmente grossos, arrogantes e sem educação.

A falha da Comunicação da Casa Bandida, a cargo do péssimo Rodrigo Paiva, mais famoso pela fama de ‘bolso’ de Ricardo Teixeira do que pela excelência na profissão, concedeu margem para que o Palmeiras, noutra nota ridícula – desta vez comandada pelo deplorável Olivério Junior, chorasse as pitangas sobre erros de arbitragem comuns a todos sendo tratados como se fossem conspiração contra a agremiação.

É o futebol brasileiro sendo tocado, em todos os setores, por desqualificados.

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