
As eleições do Corinthians, que ocorrerão no final de 2023, possuem duas candidaturas definidas, ambas ligadas ao grupo que há dezesseis anos domina o poder em Parque São Jorge.
Uma delas é encabeçada pelo dissidente Augusto Melo, agente de jogadores que trabalhava nas categorias de base durante a administração Roberto Andrade.
A Renovação e Transparência, com apoio de Andres Sanches, também estará na disputa, provavelmente com André Negão.
Se o vencedor estiver entre eles, o ‘sistema’ permanecerá intacto.
São escolhas para os que não almejam mudanças.
O grupo União dos Vitalícios, com grande fatia dos conselheiros do Corinthians entre seus membros, tenta, ainda, convencer Roque Citadini – que reluta – a participar do pleito,
Se não conseguirem, outro nome será escolhido.
O grande desafio será o de encontrar um candidato que, como Citadini, priorize o futebol – carro chefe do clube, com a coragem de enfrentar os desvios comerciais que ocorrem no departamento, além de superar a compra de votos, escancarada, que, há anos, é decisiva para que gente desqualificada assuma cargos relevantes em Parque São Jorge.
Do contrário, tudo mudará para permanecer como está.