Oficialmente com os negócios intermediados por Giuliano Bertolucci, na prática, quem manda no destino de Jorge Jesus é o iraniano Kia Joorabchian, extremamente influente nas contratações de Corinthians e Flamengo, assim como nas convocações da Seleção Brasileira.
No Mengão, por exemplo, Vitor Pereira é seu agenciado, razão pela qual o desinteresse em substituí-lo.
Por conta disso, o iraniano intensificou o lobby para que Jesus seja escolhido pela CBF para o ‘ponto de venda’ que garantiria muitas centenas de milhões ao esperto agente.
O prêmio de consolação, em prevalecendo o favoritismo de Ancelotti, seria o Corinthians.
Sanches, sócio de Kia, precisa sacudir o noticiário para que seu postulante à presidência alvinegra seja acolhido pela esperança dos torcedores.
Além disso, garantiria boa entrada de dinheiro.
Jorge Jesus, como soldado disciplinado dessa gente, que quase acertou com o Atlético/MG antes do Flamengo, não rejeitaria nenhuma das empreitadas, apesar de, por razões pessoais, preferir retornar ao Flamengo.
