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A farra do estacionamento na Arena de Itaquera

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Luis Paulo Rosenberg e Caio Campos

A empresa gaúcha Índigo, que administra o estacionamento da Arena de Itaquera, aumentou o preço, que não era barato, para todos os torcedores que quiserem deixar seus veículos no estádio alvinegro.

Em 2018, os locais mais caros custavam R$ 90, em 2022 passaram para R$ 129, e agora, em 2023, foram reajustados para R$ 140.

Os mais baratos custarão R$ 110.

O contrato para administrar o estacionamento possui prazo de dez anos com a obrigatoriedade de investimento de R$ 15 milhões, ou seja, R$ 1,5 milhão anual.

Por obrigação de acordo para pagamento de financiamento com a CAIXA, 100% deste dinheiro tem que ser enviado ao Arena Fundo FII.

A intermediação foi de Luis Paulo Rosenberg e a supervisão, pelo Corinthians, está a cargo de Caio Campos, notório funcionário do cartola.

Vamos a uma conta básica:

O Corinthians cobra uma fortuna de seu torcedor – quase um novo ingresso por partida – para favorecimento de serviço terceirizado (que poderia ser administrado pelo clube) ligado ao cartola que, excetuando-se Andres Sanches, talvez seja o que mais se deu bem durante os dezesseis anos da gestão ‘Renovação e Transparência’.

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