Há quase duas décadas no poder, o grupo ‘Renovação e Transparência’ foi incapaz de erguer, como prometido a cada ciclo eleitoral, um alojamento para os garotos da base do Corinthians.
No local determinado, o que se vê é um enorme depósito de lixo.
Desta vez, a obra deverá sair do papel.
Duílio trabalha por empréstimo milionário que, assim como o reajuste de clausulas com a CAIXA (na dívida do estádio) incluiriam prazo de carência que coincidiria com a posse do novo Presidente.
As eleições se darão ao final de 2023.
O objetivo, óbvio, é criar fato político às custas do dinheiro do clube – já que o futebol não tem conseguido títulos, sem que Duílio se veja em situação difícil para negociar os compromissos – o pagamento será obrigação do sucessor.
Se o eleito pertencer ao mesmo grupo, a dívida, como de hábito, será empurrada com a barriga; se for opositor, que se vire para pagar os boletos num quadro de ausência de recursos, que serão, obrigatoriamente, realocados para pagamento do estádio de Itaquera.
