
Após diversas tentativas ao longo dos anos, enfim, o Conselho Deliberativo do Santos autorizou que uma coroa, alusiva ao Rei Pelé, fosse incorporada ao distintivo do clube.
Antes, por razões políticas, a sugestão sempre era negada.
Frequentemente com o apoio de ex-presidentes e até de alguns que, agora, mudaram o entendimento, talvez pela comoção diante do estado de saúde do ex-jogador.
Em regra, ao falar sobre grandes craques de uma equipe, se diz que determinado jogador não é maior do que o clube.
Pelé é a exceção.
O Santos, antes dele, era um time do Litoral de São Paulo menor, por exemplo, do que representaram Guarani e Ponte Preta nos anos 70 e 80.
A coroa em meio as estrelas de dois títulos mundiais conquistados sob a regência do Rei do Futebol possui simbolismo, e mérito, inquestionáveis.
Andres Rueda, presidente do Peixe, deveria aproveitar e aposentar a camisa 10, pois, de certo, nunca mais será utilizada – com não vem sendo – com a mesma relevância e competência.