
É absolutamente natural que os tolos comportem-se como tal, independentemente de fama ou condição financeira.
Pagar R$ 9 mil para comer carne temperada a ‘ouro’, que, segundo especialistas, não altera o sabor da iguaria, apenas serve de ostentação, evidentemente é tolice.
Para dizer o mínimo.
Os jogadores da Seleção Brasileira, multimilionários, tem o direito, desde que não atinjam os de outras pessoas, de gastarem suas fortunas como bem entenderem, arcando, porém, como todos nós, com as consequências das escolhas.
Se quiserem, na próxima oportunidade, um menu degustação de cocô, ou ostentarem relógios como os de Casimiro, acima de R$ 3 milhões, devem fazê-lo, cada qual em suas possibilidades financeiras, de acordo com critérios intelectuais pessoais.
A questão, que passa a ser de interesse de todos, é o comportamento público em meio a uma Copa do Mundo.
Tudo o que é feito para ser divulgado – como foi o caso – serve de exemplo para milhões de pessoas ao redor do planeta.
No contexto brasileiro, em que a Copa é a ‘guerra’ – de paz – de uma nação com 33% de famintos que passa quatro anos esperando pela possibilidade de comemoração, o desrespeito é evidente.