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CBF rompe com empresa de criptomoedas, investigada por fraudes, somente após levar calote

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Apesar de investigada por fraudes diversas e acusada de embolsar o dinheiro das vítimas, a corretora de criptomoedas BITCI permaneceu prestigiada, até outro dia, na CBF.

Talvez pela fama de generosidade com a cartolagem.

A Casa Bandida somente se indignou quando as parcelas do contrato começaram a atrasar – as dela, não se sabe as de intermediários.

Por essa razão, em meio à Copa do Mundo, o acordo foi rompido.

Difícil saber quem pagará, no futuro, pelas milhares de vítimas que, induzidas pela parceria, perderam fortunas investindo da ‘esperta’ plataforma – inclusive numa moeda virtual oficial da CBF.

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