
Sempre gerou incomodo no Flamengo o fato da esposa do Presidente ocupar cargo diretivo no clube.
O comportamento assemelha-se ao nepotismo.
Conselheiros ouvidos pelo Blog do Paulinho garantem que circula nos bastidores a versão de que Rodolfo Landim, com o casamento atribulado, teria utilizado-se da agremiação para minimizar problema pessoal.
A não demissão da companheira após o caso explicito de xenofobia – que atinge a maioria do torcedor rubro-negro – além da falta de pedidos de desculpas oficiais do Flamengo (ela pediu dias após a má-repercussão) acentuam essa percepção.
Que diretor teria sobrevivido no cargo se não dormisse, ou melhor, dividisse a moradia com o Presidente?
Eis o ponto.
Em se confirmando o que é contado nos bastidores, revela-se o quanto o Flamengo, gigante do futebol mundial (em todos os sentidos da palavra) vem sendo tratado como time de rua de Landim.
Associação da marca ao Governo Genocida e utilização de cargos para salvar relacionamento pessoal seria o oposto do que se esperaria de uma grande agremiação.