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Defesa de Neymar em ação criminal é bolsonarismo na essência

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Neymar está sendo julgado, na Espanha, sob acusação de participação em fraudes que ocasionaram prejuízo milionário à DIS, empresa que possuía percentual relevante sobre seus direitos comerciais.

O suposto ‘roubo’ seria de quase 40 milhões de Euros (R$ 208 milhões).

A DIS pede a prisão de Neymar e seus parceiros, entre os quais o pai, gestor principal de seus negócios, além de ressarcimento da quantia.

Os argumentos de defesa do jogador são bolsonaristas na essência.

Neymar, através dos advogados, alega que a diferença de valores não seria parte do negócio, mas ‘bônus’, pessoal, ‘generosamente’ pago pelo Barcelona – o presidente dos catalães à época, Sandro Rosell, sócio de Ricardo Teixeira, também é réu nesta ação.

Diz também que ‘corrupção privada’ não é prevista como crime no Brasil, e que, por isso, não deveria ser preso.

Quase uma confissão.

Diante de farta documentação juntada aos autos, não é improvável a condenação, que, certamente, prejudicará o ambiente da Seleção Brasileira às vésperas da Copa do Mundo, seja Neymar liberado, ou não, sob recurso da decisão.

Se absolvido, porque se merecem, Neymar, antes de infelicitar o Catar, poderá votar em Bolsonaro no próximo dia 30.

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