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Fundo do poço: cartão amarelo para quem identificou racista

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Ontem, o atleta Victor Guilherme, do Marcílio Dias, denunciou ao árbitro Igor da Silva Albuquerque que foi tratado como ‘negro filho da puta’ por torcedor do rival Joinville.

O relato foi acolhido e inserido em súmula.

Porém, minutos depois, Victor chamou novamente a atenção da arbitragem apontando para as arquibancadas: havia identificado o racista.

Em vez de parar o jogo e exigir a prisão do agressor, Albuquerque puniu o agredido com cartão amarelo.

A justificativa?

Tentativa de fazer cera.

A arbitragem brasileira está, realmente, perdida no fundo do poço.

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