
Jaime Franco, conselheiro do São Paulo, através de CNPJ em nome da filha, ingressou na Justiça com ação de execução contra os principais clubes do Brasil, entre os quais, o próprio Tricolor.
Também em desfavor de alguns cartolas, ex-gestores do ‘Clube dos 13’.
O valor, corrigido, é próximo de R$ 50 milhões.
A tese é a desconsideração de personalidade do extinto ‘Clube dos 13’, devedor originário no processo.
Franco tenta receber a quantia desde 2013.
Os clubes são tratados na execução como devedores solidários.
São listados na cobrança:
- Associação Portuguesa de Desportos;
- Botafogo de Futebol e Regatas;
- Club Athlético Paranaense;
- Club de Regatas Vasco da Gama;
- Club Atlético Mineiro;
- Clube de Regatas Flamengo;
- Coritiba Foot Ball Club;
- Cruzeiro Esporte Club;
- Esporte Club Bahia;
- Esporte Clube Vitória;
- Fluminense Football Club;
- Goiás Esporte Clube;
- Grêmio Football Posto Alegrense;
- Guarani Futebol Clube;
- Santos Futebol Clube;
- São Paulo Futebol Clube;
- Sociedade Esportiva Palmeiras;
- Sport Club Corinthians Paulista;
- Sport Clube do Recife;
- Sport Clube Internacional;
- Espólio de Fábio André Koff, representado por sua herdeira legal, Yvone Lorenzoni Koff;
- Espólio de Juvenal Juvêncio, representado por seu inventariante, Carlos Henrique Juvêncio;
- Patrícia Amorim;
- Vitório Carlos Costi Piffero;
- Marcos Augusto Malucelli
O crédito é referente a comissionamento de intermediações de direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro vendidos à Rede Globo de Televisão.
0,5% de cada contrato.
De 1996 até a implosão do Clube dos 13, em 2011, Franco ocupava o cargo de Diretor de Marketing da entidade, o que, por si, demonstra bem como as coisas funcionam no submundo do futebol brasileiro.
No momento, o processo encontra-se, a pedido de Franco, em avaliação no TJ-SP, por conta de requisição de Justiça Gratuita; o conselheiro tricolor alega não possuir recursos para pagar as custas da ação.


