
FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Falta de caráter e desrespeito ao correto é predicado dos gananciosos”
Adágio de: Euclydes Zamperetti Fiori
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A espantosa trajetória do ex-árbitro Wilson Seneme presidente da CA-CBF

Findando o curso de arbitragem na escola da Federação Paulista de Futebol no ano 1999, iniciou a caminhada nos campos do futebol profissional ano 2000.
Inacreditável
Que não tenha sido apadrinhado por ter sido integrado no quadro dos árbitros CBF no ano 2000, principiando no ano 2001, dando seguimento no seu caminhar;
Na
Condição de fenômeno do apito, no sexto ano (2006), Wilson Seneme foi premiado com o distintivo FIFA, tendo arbitrado 31 contendas.
Noto
Wilson Seneme foi pré-selecionado para representar o Brasil na Copa do Mundo 2014, todavia: reprovado nos testes físicos, foi substituído por Sandro Meira Ricci que: igual ao Seneme, corria e bem nos bastidores da politica e do futebol.
Ultima contenda
Arbitrada por Wilson Seneme ocorreu no dia 23/02/2014 na 2ª contenda Remo x Paysandu pelo campeonato Paraense
Um
Dia 24/02/2014 após apitar a final do primeiro turno Campeonato Paraense, entre Remo e Paysandu, Wilson Luiz Seneme anunciou sua aposentadoria como árbitro de futebol.
Robustecendo
Suas ligações com dirigentes, indicado por José Maria Marin, aceitou o convite para compor a Comissão de Arbitragem da CONMEBOL, onde permaneceu por seis anos, sendo um dos dez membros do Comitê de Arbitragem da FIFA.
Todo
Este curriculum fortalece a ingerência de Wilson Luiz Seneme em subordinados da CA-CBF, dentre estes: Regildenia de Holanda Moura e Roberto Perassi, mesmo que mudem algo, no frigir dos mesmos, sou convicto que darão continuidade ao malfadado:
Manda quem pode, obedece quem tem juízo
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O
Medo de represálias que possam vir dos dirigentes, acocorava e acocora maioria dos associados e não associados SAFESP, somado e falta de comprometimento para com a coletividade é combustível para o encerramento da outrora cardinal entidade representativa dos árbitros estaduais deste amado Brasil, brasileiro.
Concluo
Mesmo na UTI, apesar de raro, há oxigênio; sendo assim, invoco para esquecer divergências, apressar convocação de assembleia para destituir o petulante juris171consulto, sua vice e diretoria.
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19ª Rodada da Série A do Brasileirão, Quartas de Finais da Copa do Brasil 2022 e Política
Sábado 23/07
São Paulo 3 x 3 Goiás
Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)
VAR
Daniel Nobre Bins (RS)
Item Técnico
Acertou ao marcar a penalidade máxima favoravel ao São Paulo, no instante que Matheus Sales defensor do Goiás tocou a mão na bola para desviar a trajetória da redonda chutada pelo oponente Calleri.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para equipe mandante e 05 para visitantes
Vermelho: Ednilson de Sena Góes: Preparador físico do Goiás
Domingo 24/07
Avaí 1 x 2 Flamengo
Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP)
VAR
Vinicius Furlan (SP)
Item Técnico
Raphael Claus estava bem colocado e domínio total do lance findado com toque de cabeça na bola efetuado por Potiker ultrapassar a linha da meta flamenguista e, no ato: esticou o braço direito apontando o meio de campo;
Entretanto
Atendendo indevida interferência do VAR, caminhou até o monitor, viu, reviu, vergonhosamente apontou inexistente falta de um defensor do Avaí no goleiro flamenguista,
Vez que
A imagem da TV mostrou claramente que foi o goleiro quem trombou com o oponente que estava de costas.
Conclusão
Fosse lance do ataque flamenguista o VAR não o chamaria e o gol seria regularizado
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Leão da Ilha e 01 para defensor Rubro-Negro
Palmeiras 2 x 1 Internacional
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA-RJ)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)
Item Técnico
Por volta do 41º minuto da etapa inicial árbitro ocorreu falta favorável à equipe palmeirense próxima da linha intermediaria da equipe gaúcha,
Gustavo Scarpa
Bateu, goleiro rebateu, e Murilo saindo na frente da linha formada por integrantes das duas equipes mandou à redonda profundo da rede;
De pronto
Bruno Arleu Araújo apontou o meio de campo, porém, o VAR traçando linhas nas cores azul e vermelha, lhe informou que Murilo estava milímetro à frente;
Pra mim
As linhas não expuseram definição, sendo assim, no lance final o árbitro deveria ter assumido o que houvera sinalizado.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para integrantes da equipe colorada, incluso técnico Luiz Antonio Venker Menezes.
Atlético-MG 1 x 2 Corinthians
Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)
VAR
Daniel Nobre Bins (RS)
Item Técnico
Ramon Abatti cumpriu a lei do jogo no momento que sinalizou a penalidade cometida pelo atleticano Junior Alonso no oponente Giovane;
Penalidade
Cobrada por Fabio Santos, transformada no tento da vitória.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para atleticanos e 01 para corintiano
Copa do Brasil – Quartas de Final
Quarta Feira 27/07
Atlético-GO 2 x 0 Corinthians
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (CE)
VAR
Adriano Milczvski (PR)
Item Técnico
Não ocorreram lances duvidosos no interior das áreas, não houve influencia no resultado
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para atleticano
Quinta Feira 28/07
São Paulo 1 x 0 América-MG
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA GO)
VAR
Rodrigo D Alonso Ferreira (SC)
Item Técnico
Apontou corretamente a marcada cal quando da falta cometida por Thiago Couto goleiro são-paulino no oponente Henrique Almeida.
Penalidade
Batida por Maidana defendida por Thiago Couto
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para defensores do Tricolor do Morumbi e 02 para defensores da popular equipe do Coelho
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
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Política
Rejeição, vírus mortal

A rejeição de Luiz Inácio e Jair Bolsonaro tem causas conhecidas
A rejeição a candidato pode ser fatal. E o pleito deste ano mostra que os dois candidatos com mais chance de chegar ao segundo turno – Lula e Bolsonaro – têm altos índices de rejeição, o petista em torno de 40% e o presidente perto de 60%. Pesquisa recente da Quaest.
Quando um candidato registra um índice de rejeição maior que a taxa de intenção de voto, é prudente providenciar a ambulância para entrar na UTI eleitoral. Caso contrário, morrerá nas primeiras semanas do 2º turno. A rejeição é uma predisposição negativa que o eleitor adquire e conserva em relação aos perfis.
Para compreendê-la, é compreender suas razões. A equação aceitação/ rejeição se fundamenta na reação emotiva de interesse/desinteresse, simpatia/antipatia, que Pavlov chama de reflexo de orientação. A rejeição tem uma intensidade que varia de candidato para candidato.
Em São Paulo, Paulo Maluf e Orestes Quércia são inseridos na moldura de alta rejeição, resultante do estigma de corrupção com que foram brindados ao longo de décadas. Quércia, em 1990, foi amarrado ao conceito: “quebramos o Banespa, mas elegeremos o Luiz Antônio Fleury.” Frase que ele e o próprio Fleury sempre negaram ter sido feita. Mas o lema pegou.
Maluf passou a administrar a rejeição depois de muito esforço. Tentou mudar comportamentos, tornou-se menos arrogante, deixou o nariz menos arrebitado, descendo-o para uma posição de humildade e começando a conversar humildemente com todos. Mas a voz anasalada o prendia na cadeia da antipatia.
Erros e rejeições de adversários contribuíram para atenuar a predisposição negativa contra ele, purgando-se, então, por pecados de outros. “Ruim por ruim, vou votar em mim”, lema de Tiririca (PL-SP) para agarrar os eleitores. Em regiões administradas pela velha política, a rejeição a determinados candidatos se soma ao familismo. Em alguns Estados, sobrenomes tradicionais acabam saturando perfis.
Em quase todas as regiões, há altos índices de rejeição, comprovando que os eleitores, mais racionais e críticos, querem passar uma borracha em domínios perpetuados. O voto, mesmo de maneira lenta, sobe do coração para a cabeça.
A rejeição pode ser atenuada, quando o candidato vai à fundo nas causas que corroem seu nome. Pesquisas qualitativas indicam certos fatores: atitudes, jeito de encarar o eleitor, oportunismo, mandonismo, orgulho, vaidade, arrogância, desleixo, compra do voto, história política negativa, envolvimento em escândalos, ausência de boas propostas, descompromisso com demandas sociais.
Não se equaciona a rejeição da noite para o dia. Quando o candidato demonstra muita pressa para diminuí-la ou entra na malha do populismo, a atitude será percebida. Nesse caso, pode ocorrer bumerangue, a ação se voltando contra o populista. Ganha força a predisposição contra ele.
Trabalhar com a verdade, eis um ponto-chave para diminuir a rejeição. O eleitor distingue factoides de fatos políticos, boas de más intenções, propostas sérias de coisas mirabolantes.
A rejeição de Luiz Inácio e Jair Bolsonaro tem causas conhecidas. Lula leva consigo a imagem da divisão no País, pobres contra ricos, a luta de classes, Nós contra Eles. Por mais que tente escorregar, hoje, para chegar ao centro do corrimão, continua causando medo. O temor de que possa alterar as regras de nossa democracia. O petismo ainda não se livrou da carga pesada de ter erigido uma “catedral ética”, desmoronada com as águas da Operação Lava Jato.
Bolsonaro carrega a identidade da direita radical, ameaçando se escudar nas forças armadas para assegurar o poder por anos a fio. O autoritarismo por ele encarnado se faz presente na expressão virulenta com que atira contra adversários, manchando a liturgia governamental e emporcalhando a imagem das instituições. Exemplo foi esse encontro com embaixadores, no Palácio da Alvorada, para escrachar as urnas eletrônicas e denunciar, sem provas, a fraude nas eleições brasileiras. São ações destemperadas para mobilizar as bases.
Menos de 70 dias para o pleito serão suficientes para diminuir a rejeição? Um terceiro nome poderia se viabilizar? O eleitor deixará de votar ou votará em branco caso não tenha opção? P.S. É possível o registro de abstenção, votos brancos e nulos ultrapassando a casa dos 30%. A conferir.
Gaudêncio Torquato é escritor, jornalista, professor titular da USP e consultor político
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Finalizando
“Voto nulo também é posicionamento político, rejeição também faz parte da democracia”
Adágio do: Sr.nulo
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-30/07/2022