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Prejuízo do Corinthians com Jô é gigantesco

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O Corinthians não sabe como tratar o ‘caso Jô’, que, de noitada em noitada – sem esforço para escondê-las, parece estar forçando a barra pela rescisão em Parque São Jorge.

Seja qual for a decisão, o prejuízo, imenso, já está configurado.

Não apenas por conta do altíssimo salário, superior a R$ 1 milhão mensal, mas porque o clube, ao assediá-lo, à margem da lei, no Japão, foi condenado pela FIFA a ressarcir o Nagoya Grampus em quase R$ 20 milhões.

O alvinegro recorreu ao CAS (Corte Arbitral do Esporte), na Suíça, com poucas chances de reversão do quadro.

Se condenado, novamente, não poderá recorrer.

Advogados do Timão, sem alarde, participaram de audiência na Europa, no final de novembro de 2021.

Não retornaram otimistas.

A sentença deverá ser promulgada ainda em 2022.

Esse tipo de risco, contratar um atleta veterano com histórico de noitada, somente pode ser explicado em benefício daqueles que também lucraram, extraoficialmente, com a operação.

Os agentes envolvidos no negócio são Giuliano Bertolucci/Kia Joorabchian e o ex-presidente Andres Sanches.

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