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Corinthians protocola desespero financeiro na Vara de Falências e Recuperações Judiciais

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Herói Vicente, diretor jurídico do Corinthians

Recentemente, o Corinthians anunciou que todas as suas pendências, cíveis e trabalhistas, seriam administradas através de uma centralização de pagamentos, com parcelamentos baseados na arrecadação do clube.

Os fatos, que se contrapõem ao discurso, são os seguintes:

Nesta ação, o Corinthians deixou claro que seu estado é ‘caótico’, e que a folha de pagamento é ‘imensa’, razão pela qual solicita rápida resolução judicial.

Informações que divergem das apresentadas, recentemente, em reunião do Conselho Deliberativo.

Se deferida a liminar, o clube terá 60 dias para apresentar um plano de parcelamento combinado com garantias de que poderá arcar com a obrigação.

Os sete processos trabalhistas que aderiram ao plano de parcelamento do Corinthians estão garantidos pelo contrato de patrocínio com a casa de apostas ‘Galera.Bet’, revelado como de R$ 8 milhões, embora a diretoria alvinegra, à ocasião da assinatura, tenha falado em R$ 40 milhões, além da penhora de todos os imóveis que compõem a sede social de Parque São Jorge.

A diretoria jurídica havia afirmado que clube não mais sofreria indisponibilidade de bens.

Abaixo a relação de credores:

A dívida total (nestas ações), que era de R$ 3,6 milhões, passou a ser de R$ 4,7 milhões (correção de R$ 1,1 milhão) a ser quitada em 72 parcelas variáveis (média de R$ 65,2 mil).

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