
Messi, Salah e Lewandowski, indicados pela FIFA, disputarão, em breve, o título de melhor jogador do planeta em 2021.
O argentino, no geral, é melhor do que a soma das qualidades dos adversários.
Apesar disso, Lewa é apontado como merecedor pela maior parte da crítica especializada por conta da manutenção de grande fase em gramados europeus.
Discordo.
Basta observar o quão ruim é o time atual do Barcelona para perceber o milagre messiânico ocorrido nos últimos meses do craque no clube.
Além disso, Messi disputou uma Copa América primorosa, em altíssimo nível, com o advento de tê-la conquistado.
Salah corre por fora, é ótimo jogador e lhe cai bem a terceira colocação.
A possível nova premiação de Messi – que ganhou o prêmio da France Football há pouco – seria justa pelo desempenho presente, com evidente ajuda do passado.
Talvez a última, se o argentino não surpreender o Planeta no Mundial do Catar, levando um time mediano na Argentina à finalíssima do torneio.
Se o fizer, a taça de 2022 poderá, desde o citado momento, ser reservada para ele.