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Surfista mais bem pago do mundo, Gabriel Medina embolsou quase meio milhão do Bolsa Atleta

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Detentor de, aproximadamente, quinze patrocinadores (o número flutua, mas não fica abaixo de dez), o surfista Gabriel Medina, em média, obtém faturamento de  R$ 2 milhões mensais.

Participa, portanto, do seleto grupo de milionários do esporte.

Existem ainda, pelo menos, seis empresas registradas em seu nome: Pipeline Administração e Participação, SGM Sports, Instituto Gabriel Medina, Champs Desenvolvimento Imobiliário, Fiji Participações e Gold Coast Restaurante e Bar que, por óbvio, proporcionam ainda mais recursos.

Apesar disso, em 2018, assim que Bolsonaro assumiu o poder, o surfista não se constrangeu em ingressar no ‘Bolsa Atleta’, auxílio governamental destinado a custear despesas de competidores promissores, mas que não conseguem se bancar.

Os valores variam entre R$ 3 mil a R$ 15 mil mensais.

Medina foi agraciado com o recebimento do teto.

Ou seja, até o presente momento, Gabriel embolsou R$ 480 mil, provavelmente menos do que gasta com Yasmin Brunet, porém muito mais do que a maioria dos atletas que conquistaram medalhas em Tóquio 2020.

Por exemplo: a ‘fadinha’ Rayssa Leal (Skate),  Hebert Conceição (Boxe), Laura Pigossi e Luisa Stefani (Tênis) e Abner Teixeira (Boxe) não embolsaram um centavo sequer de incentivo.

Alisson dos Santos (400 m com barreiras), Kelvin Hoefler (skate), Pedro Barros (skate), Mayra Aguiar (judô) e Thiago Braz (salto com vara) recebem R$ 4 mil mensais a menos.

Daniel Cargnin (judô) e Fernando Scheffer (natação) R$ 7 mil.

Detalhe: a categoria em que o surfista está inserido no benefício é a ‘pódio’, justamente o que ele não conseguiu nos Jogos Olímpicos.

Há não muito tempo, Medina e Neymar, seu agenciador, trocaram afagos públicos com Bolsonaro, que, no vídeo, declarou: “o Brasil é nosso”, frase que, subliminarmente, explica bastante coisa.

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