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Corinthians e o golpe de R$ 44,3 milhões

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Duílio ‘do Bingo” conversa com o agente de jogadores Olivério Junior e o gerente Alessandro

Em 2017, quando já se sabia, nas categorias de base, que Claudinho era um dos mais promissores jogadores do Corinthians, a diretoria alvinegra, em atendimento aos desejos de Andres Sanches, cedeu 50% de seus direitos à Ponte Preta para, supostamente, abater da contratação do atacante Cleyson.

O rolo, nos bastidores, foi acertado entre Fernando Garcia, gestor da carreira de Claudinho, e Olivério Junior, assessor do citado agente e também de Sanches.

Junior, através da empresa Casa Soccer, gerencia a carreira de Clayson e de muitos outros jogadores que estão no Timão e também no Cuiabá, novo quintal dessa gente.

Em meio a essa confusão de nomes e de bolsos, o prejuízo do Corinthians era alicerçado.

Dois anos depois, em 2019, quando Claudinho, muito mais do que na época de transição do amador para o profissional, já era uma realidade no Red Bull, Andres Sanches vendeu os 50% dos direitos que restavam ao clube sobre o atleta por mísero R$ 1,5 milhão.

O agrado a Fernando Garcia resultou, agora, num prejuízo gigantesco.

R$ 45 milhões deixarão de ingressar nos caixas do Timão, equivalentes a 50% da recente venda do atleta ao Zenit, da Rússia.

Em vez disso, na condição de clube formador, apenas R$ 700 mil serão pagos ao Corinthians.

Diferença de R$ 44,3 milhões.

O Trio de ferro, Duílio, Andres Sanches e Roberto Andrade participou de tudo e, ainda assim, seus protagonistas seguem prestigiados, por alguns, no comando diretivo alvinegro.

Joaquim Grava, Bernardo, Oliverio Junior e Andres Sanches
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