
O ator Bruno Gagliasso convive com a decepção de precisar, a cada instante, explicar suas diferenças éticas, morais e de honestidade com o irmão Thiago Gagliasso.
Desde a ascensão do Bolsonarismo, muitas famílias passaram a viver esse drama.
Enquanto o mais famoso é ator relevante, conhecido por comportamento social generoso, o outro limita-se a insignificância embasada na inveja, incultura e ausência de princípios mínimos de civilidade.
Um produz; o outro espalha ódio.
Ontem, em meio a semelhantes que saíram às ruas para defender o Governo Genocida, Thiago, questionado, respondeu:
“Se eu for confundido com Bruno aqui, não vai ser legal para mim”
“(Já me passei por ele) para me dar bem na vida, mas aqui não vai ser o melhor lugar”
Convenhamos, a versão escrota de Gagliasso é uma das definições do Bolsonarismo, que implica no vale tudo para se dar bem sob discursos moralistas contrapostos às praticas da maioria deles.