
A CPI do Genocídio tem prevista, nos próximos dias, a votação da quebra de sigilos diversos da Jovem Pan, sob suposta acusação de receber dinheiro para divulgar fake-news orientadas pelo Governo.
Há tempos a emissora parece ter trocado a credibilidade pela ‘sustentabilidade’, a qualquer custo, inclusive de vidas de brasileiros.
Para que se possa mensurar o esgoto em que a Pan se meteu, basta passar os olhos pelos ‘companheiros’ listados pela CPI que, juntos com ela, após aceitação de requerimento, provavelmente terão as vidas devassadas:
- Raul Nascimento dos Santos, do site Conexão Política;
- a empresa Eretz Galil Tecnologias Educacionais (Paulo de Oliveira Eneas), do site Crítica Nacional;
- a produtora Brasil Paralelo;
- a produtora Farol Produções Artísticas, do site Senso Incomum;
- Tarsis de Souza Gomes, do site Renova Mídia;
- José Pinheiro Tolentino, do site Jornal da Cidade Online.
- Site República de Curitiba
Triste fim para quem se prestou ao papel de Goebbels mais relevante de um regime que não se acanha em flertar, explicitamente, com o nazismo
Atualização: na abertura dos trabalhos da CPI, o senador Renan Calheiros retirou a proposição de quebra de sigilo da Jovem Pan.