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Nos últimos dias, o nome de Renato Gaúcho vem sendo citado como possível agrado da CBF ao Governo Brasileiro, em substituição ao treinador Tite, inimigo da vez do bolsonarismo.
Em regra falante, o ex-técnico do Grêmio permanece calado.
O silêncio diz muito sobre Renato.
Qualquer cidadão decente, principalmente pelo ‘pano de fundo’ que envolve a fritura de Tite, teria, no mínimo, ligado ao colega de profissão para solidarizar-se.
O correto seria, publicamente, recusar o cargo.
Porém, à espreita, Gaúcho comemora o caos esperando ser chamado para as tarefas dos sonhos – os dele: treinar a Seleção Brasileira e obedecer as ordens do ‘Mito’ que venera.
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