
Em 30 de novembro de 2020, o Conselho Fiscal do Santos analisou duas propostas de clubes interessados na compra do atleta Lucas Veríssimo.
O órgão reprovou a venda ao Benfica, mas aprovou o repasse ao Al Nassr.
Apesar disso, em reunião do Conselho Deliberativo, o então presidente do Peixe, Orlando Rollo, pressionou pela venda aos portugueses, que acabou aprovada.
Vale lembrar que o Benfica é famoso quintal de agentes de jogadores, alguns bem generosos com a cartolagem.
Por conta dessa afronta ao parecer técnico, o Santos perdeu, na cotação atual, R$ 2,8 milhões.
O Benfica ofertou 6,5 milhões de Euros, em 05 parcelas, por 100% dos direitos do jogador.
A diretoria do Santos antecipou os recebíveis, através de instituição bancária, pagando taxas entre 5,2 e 5,5%, sem contar as custas.
Dos 5,1 milhões de Euros que sobraram, o clube destinou 10% ao intermediário, além doutros 15% ao jogador.
Sobrou, portanto, 3,8 milhões de Euros, equivalentes a R$ 25,6 milhões.
Se tivesse vendido aos árabes, o Peixe teria recebido US$ 6,5 milhões em apenas duas parcelas, ou seja, praticamente à vista.
Descontados os 10% do empresário e os 15% de Lucas, sobrariam US$ 5 milhões, ou R$ 28,4 milhões.
