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Presidente da CBF sai de seu mutismo para revelar-se discípulo de Bolsonaro

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Da FOLHA

Por JUCA KFOURI

Rogério Caboclo é de perfil baixo, medíocre, além de inábil no trato da língua

Rogério Caboclo é adepto do perfil baixo, menos por ser discreto, mais por ser medíocre.

Inábil no trato da língua, é capaz de defender a continuidade dos campeonatos com frase que diz o contrário: “Eu não abrirei mão…de deixar de jogar as competições nacionais”.

Tão deplorável como, ouvimos no vídeo vazado da reunião da CBF com os 40 clubes das séries A e B, no dia 10 de março, o repeteco do palavreado da famosa reunião ministerial de 22 de abril de 2020.

O delicado Caboclo sentenciou diante de plateia subserviente e docemente constrangida:“Vocês estão fodidos se não tiver futebol”.

Lobinho em pele de cordeirinho, Caboclo candidatou-se a ditador da Casa Bandida do Futebol, trilha já percorrida em tempos idos por João Havelange e Ricardo Teixeira, de tristes fins.

Na prática, calou quem quis ponderar, como fez com o presidente formal do Palmeiras, mais uma vez no papel de Rainha da Inglaterra, ao enfiar o rabo entre as pernas, incapaz de mostrar ao tiranete que a gloriosa Sociedade Esportiva Palmeiras é a razão de ser da CBF e não o inverso.

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