
Em 26 de julho de 2018, Madame Leila Pereira, da Crefisa, em entrevista à FOLHA, deixou escapar: “Não vou renovar o patrocínio para uma pessoa inimiga”.
Evidenciava-se, nessa frase, seu profundo ‘amor’ pelo Palmeiras, a quem parecia chantagear ao insinuar que somente seguiria colocando dinheiro no clube se a oposição não conquistasse o poder.
Foi esse, também, o entendimento de três vices-presidentes palestrinos, Genaro Marinho Neto, Victor Fruges e José Carlos Tomaselli, que, no dia seguinte, publicaram Nota de Repúdio, com subtítulo “O Palmeiras não pode ser refém de ninguém”, em que se destacam os seguintes trechos:

No dia 06 de agosto, como de hábito costuma fazer com quem discorda de seus métodos, Madame processou os cartolas pelestrinos, exigindo R$ 300 mil em indenização, além da retirada do ar da manifestação pública.
Nos anos subsequentes, Leila foi derrotada em todas as instâncias.
Desse problema todo, sobrou para a esposa de Lamacchia a obrigação de ressarcir os gastos processuais daqueles a quem queria tomar não apenas dinheiro, mas também a liberdade de expressão.
R$ 46 mil, condenados pela Justiça.
Desde fevereiro o Tribunal ordenou a citação, mas, para evitar desencontros, o Blog do Paulinho, de quem Leila é leitora assídua, informa sobre o prazo de três dias para que Madame desembolse a quantia, sob pena de multas e demais sanções.