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Novo técnico do Vasco traz na bagagem agentes do sub-mundo da bola, um deles indiciado por compra de resultados

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Marcelo Cabo e Alex Fabiano

O Vasco da Gama, rebaixado à segunda-divisão do Brasileirão pela quarta vez em sua história, livrou-se de V(W)anderlei(y) Luxemburgo, mas não dos métodos que, certamente, contribuíram para a derrocada.

Marcelo Cabo acaba de ser contratado para treinar o clube em 2021.

A falta de currículo para treinar um clube de tamanha grandeza, minimizada por alguns por se tratar de uma disputa de ‘Série B’, é o menor dos problemas associados ao novo comandante vascaíno.

Os agentes envolvidos no negócio possuem reputações deploráveis.

O empresário que cuida da carreira de Marcelo Cabo é Alex Fabiano que, desde 2018, é réu, denunciado pelo Ministério Público, por participação em esquema de compra de resultados na Paraíba.

Fabiano sequer poderia estar intermediando o contrato com o Vasco da Gama – embora tenha intermediado – porque encontra-se banido do futebol por decisão do STJD.

O outro intermediário que fez a ponte entre Cabo e seu agente com o clube cruzmaltino é Regis Marques, apontando como preposto de um sistema de importação de jogadores sul-americanos para o Brasil (como aliado de Kia Joorabchian, Carlos Leite, etc), além de investigado em esquema de apropriação indevida de FGTS de jogadores de futebol.


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