
Ninguém deve mais Imposto de Renda na Espanha do que Neymar, listado, desde o início da semana, na inglória condição de maior devedor ‘pessoa física’ do país.
São R$ 228 milhões de calotes compreendidos, em grande parte, entre 2013 e 2017 (período em que jogou em terras catalãs).
No Brasil, a Receita Federal cobra R$ 188 milhões do jogador.
O caso está parado na Justiça e ficou ainda mais lento após a visita do pai de Neymar ao presidente Jair Bolsonaro.
Em conta rústica, sem correções e multas que, provavelmente, deverão incidir sobre o montante, o atleta deve R$ 416 milhões.
Imagine-se o que não é preciso faturar para chegar a esse montante de despesa.
Especula-se que, mensalmente, entre salários e ‘merchans’, Neymar fature quantia em torno de R$ 25 milhões mensais.
O que leva ao óbvio questionamento: por que Neymar insiste em sonegar impostos apesar de ganhar tanto dinheiro?
