
Executado judicialmente pelo descumprimento de contrapartidas, acertadas com o Ministério Público, para liberação do início das obras do estádio de Itaquera, o Corinthians entrou em desespero.
Se não quitar a pendência, que era de R$ 12 milhões, mas agora, com juros, multas (inclusive por litigância de má-fé) e demais correções, apresenta-se na casa dos R$ 40 milhões, perderá a concessão do terreno, sem direito a indenização pela construção da Arena.
Dentro do prazo de 15 dias após a intimação, o Corinthians ofertou, em penhora, como garantia de pagamento, parte do Parque São Jorge.
Precisamente o terreno de matrícula nº 24.207, com área de 33.170,00 m².
A juíza Renata Martins de Carvalho, da 42ª Vara Civel, enviou a documentação para avaliação do Ministério Público.
Não será nada fácil a aceitação.
Toda a sede social alvinegra, quando não penhorada por dívidas diversas (é o caso desta matrícula), está arrolada em ações de cobrança da Receita Federal (originárias da gestão ‘Renovação e Transparência).
CONFIRA ABAIXO OS DADOS DE TODOS OS TERRENOS DO CORINTHIANS
Parque São Jorge – com diversas penhoras
1- Matrícula 162.200, área: 45 mil m²
2- Matrícula 24.207, área: 33.170 m²
3- Matrícula 24.168, área: 40 mil m²
Parque São Jorge – arrolado pela RECEITA FEDERAL
1- Matrícula 241.016, área: 40 mil m²
Terreno de Itaquera – arrolado pela RECEITA FEDERAL
1- Matrícula 225.156, área 200 mil m²