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No carnaval, cartolas do Fluminense esbaldaram-se em camarote de notório corrupto

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O agente de jogadores Mario Bittencourt, que, nas horas vagas, ocupa o cargo de Presidente do Fluminense, curtiu o carnaval carioca ao lado de seu vice, Eduardo Mitke, no camarote do ‘Azeite Royal’, marca que tem despejado dinheiro, de origem duvidosa, nos quatro grandes clubes do Estado.

Apesar das suspeitas serem públicas e notórias, os cartolas tricolores, talvez acostumados a esse tipo de ambiente ou gratos pela ‘parceria’, não importaram-se com a má-fama.

Na condição de dirigentes do Flu, arrastaram, indiretamente, o nome da agremiação ao local.

O responsável pelo ‘Azeite Royal’ no Brasil, Eduardo Vinicius Giraldes Silva, conhecido nos corredores policiais pelos vulgos ‘Pisca’ ou ‘Bebezão’, está condenado à prisão, em segunda instância, a cinco anos, dez meses e quinze dias, pelos crimes de falsificação de documentos, lavagem de dinheiro e sonegação.

A doce figura já respondeu, também, a outras acusações: clonagem de cartões, furto qualificado, furto mediante fraude, associação criminosa, etc.

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