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Por vias tortas, mais ligadas à política do que aos negócios, mas, ainda assim, influenciadora destes, o Flamengo dispensou seu gerente de futebol Paulo Pelaipe, profissional absolutamente alinhado com interesse de agentes de jogadores.
Essa decisão, comercialmente falando, apesar da contrariedade do diretor Marcos Braz (que também atua no ramo de intermediações), pela perda do coadjuvante, ampliará seu trabalho, mas também os benefícios.
Ou seja, menos um para dividir o pão servido por Kia Joorabchian e demais ‘parceiros’ do futebol rubro-negro.
Enquanto os resultados seguirem positivos, tudo permanecerá encoberto, até mesmo a participação, ativa, do ótimo treinador Jorge Jesus na operação.
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