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Bolsonaro e a Máfia Chinesa

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Estranhou-se, após críticas contundentes à visita de parlamentares do PSL à China, logo após as eleições, o silêncio de ‘olavistas’ – responsáveis pelas manifestações – quando o presidente Jair Bolsonaro não apenas desembarcou no país, mas teceu rasgados elogios aos que, antes, eram tratados como inimigos ‘comunistas’.

As motivações do mandatário brasileiro para a inusitada viagem começam a ser esclarecidas.

A FOLHA de hoje revela que, em sua comitiva oficial, com direito a hospedagem e demais regalias no hotel presidencial, estavam dois nomes controversos na colonia chinesa no Brasil:

O gabinete presidencial justifica a presença de ambos na condição de ‘tradutores’, dizendo, ainda, que bancaram a própria viagem.

Trata-se de um argumento que reforça ainda mais as suspeitas sobre o episódio.

Seria justificável, ainda que não aceitável num comitiva presidencial, que os controversos chineses pagassem suas despesas se objetivassem algum tipo de vantagem empresarial com a viagem.

Levando-se em consideração as suspeitas que pairam sobre a dupla, dá até medo imaginar quais seriam os benefícios a serem alcançados.

Porém, o que levaria dois meros tradutores a, em vez de receberem pelo serviço, pagarem para prestar serviços ao Governo?

Vale lembrar que, não há muito tempo, um Secretário Nacional de Justiça perdeu o cargo sob acusações de facilitação a mafiosos chineses, o que demonstra, desde sempre, o grande interesse dessa gente em se ligar ao Governo.

Talvez Olavo de Carvalho e toda a sua criativa filosofia de botequim possa encontrar, em meio aos delírios habituais, as respostas para tão complicado enigma.

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