
O ex-Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, dentre diversos atos de corrupção revelou que acertou-se com o ex-presidente do COB, Carlos Nuzman, para a liberação do pagamento de propinas a boa parte dos eleitores do COI, que agraciaram o Brasil como sede das Olimpíadas 2016.
A FOLHA de hoje mostra que a data do encontro bate com a presença do cartola no país.
À época, Nuzman realizava um tour pelo planeta, visitando todos os dirigentes de Confederações, e raramente voltava ao Brasil.
Talvez o ‘tour da propina’, se confirmadas as acusações de Sérgio Cabral.
Comportando-se como mercador, em tese, Nuzman teria viajado para prospectar (ou cooptar) e, diante de algumas aceitações, formalizar os ‘negócios’.
São raros os casos de vendedores que trabalham sem receber comissionamento.