
Ontem (08), em coletiva, o treinador Fabio Carille, do Corinthians, teceu críticas infundadas e desinformadas sobre o colega de profissão Jorge Sampaoli, comandante do Santos.
“Algumas coisas que acabam incomodando, é que uma boa parte da imprensa fala como inovação, ele tem que ser exaltado, o início dele é brilhante, mas é uma falta de respeito com o Fernando Diniz. Com o que o Diniz fez no Audax, quando tirou o Palmeiras, o Corinthians e jogou melhor que o Santos na final. Ele e o Sampaoli fazem o mesmo trabalho, não é uma inovação”
Não é a primeira demonstração da falta de humildade de Carille, cada vez mais frequentes desde que, em início meteórico, conquistou títulos pelo Timão.
Sampaoli serviu de exemplo aos principais profissionais do planeta – Guardiola e Fernando Diniz, inclusive.
O treinador argentino realizou, em 2010, ótimo trabalho no Emelec do Equador; depois montou a grande Universidad de Chile (2011/2012), para, na sequência, elevar a Seleção do Chile a patamares nunca antes atingidos, em sua passagem de quatro anos pelo comando da equipe (2012-2016).
Diniz ainda é um ótimo teórico, que vem se aprimorando no intuíto de colocar em prática seus ensinamentos.
Teve trabalho relevante apenas no Audax, que quase conquistou um paulistinha; os demais prometeram mais do que cumpriram.
Tomara consiga, até por seguir a escola de Sampaoli – a dos que gostam de vencer jogando bom futebol – êxito maior nos anos que estão por vir.
Enquanto isso, Carille, que opinou sobre ambos, até com uma pitadinha de inveja, segue a velha máxima de jogar se defendendo para, numa bola eventual de ataque, tentar a vitória.