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Reunião para transformar “chapinhas” em “chapões” vira confusão no Corinthians

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Fran Papaiordanou

Anteontem, reunião protagonizada pelo ex-vice-presidente da FPF, o conselheiro do Corinthians, Fran Papaiordanou, com líderes de “chapinhas” oposicionistas do clube, todas concorrentes, cada qual com vinte e cinco membros, ao Conselho Deliberativo, gerou grande controvérsia.

O pretexto era o de unir os grupos em torno de um candidato à presidência que pudesse representá-los na disputa, bem provável, contra Andres Sanches.

Porém, muita gente entendeu diferente.

Pegou mal a insistência de Papaiordanou em incluir o nome de Paulo Garcia junto com os demais candidatos tratados como oposicionistas: Roque Citadini, Osmar Stabile e Romeu Tuma Jr.

Pior ainda quando, segundo fonte, por sugestão do associado Leonel Valdir, o Bola, fez-se votação informal para definir quem acreditava que o dono da Kalunga seria líder de oposição, e quase a unanimidade desacreditou.

Ficou a impressão, para alguns, que Fran tentava aglutinar as chapas, transformando-as numa espécie de “chapão” (sistema, recentemente, abolido do estatuto) com objetivo de influenciá-las a votar de acordo com seus interesses.

Houve, claro, quem não entendeu desta maneira, e, desde ontem, passou a fazer campanha pela composição, inclusive com nota oficiais, em nome de chapas, trabalhando pela união em nome dum candidato ainda a ser escolhido.

Outra confusão se deu com a Chapa “Lava-Jato”, que concorrerá com o número 99, em que seus membros reclamaram não terem sido convidados à reunião, esbravejaram, mas depois foram contidos por ligação de Fran para Roberto William, líder do grupo, explicando tratar-se de mal-entendido.

O resumo da Ópera:

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