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O São Paulo decide seu futuro em meio a graves acusações contra o presidente Leco

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leco

Logo mais, entre 10h e 14h, o São Paulo reunirá seus associados para definir, em votação, possíveis alterações do Estatuto, em meio a denúncias de graves manipulações políticas.

Os que defendem o “sim”, dizem que o clube se adequará à legislação, penalizado que foi pelo STF, que, em recente decisão tornou nulas as manobras estatutárias ocorridas em 2003, e, por consequência, seus efeitos subsequentes (eleições, etc.).

Quem prega pelo “não”, alega ser a favor das alterações, porem contrários com o que foi proposto pela diretoria, que em vez de corrigir o documento de acordo com os erros apontados pelos Ministros do Supremo, trata de legislar em causa própria, afrontando a Justiça, com objetivo de legalizar atos imorais (eleições embasadas em manobras ilegais), com efeitos futuros que podem complicar a vida Tricolor juridicamente.

A manipulação parece tão visível que alguns “cardeais”, antes ligados à gestão, para não comprometer a biografia, mudaram de lado, e hoje manifestam-se contrários aos termos atuais de modificação.

Entre os quais, Fernando Casal Del Rey, Marco Aurélio Cunha e até Luiz Cunha, que, há pouco tempo, militava na diretoria de futebol.

Em meio às discussões citadas, existem ainda acusações graves sobre o comportamento do presidente Leco e seus seguidores, que estariam protagonizando ações deploráveis nos bastidores para viabilizar a vitória política no referido pleito:

São acusações importantes, destoantes do objetivo básico da referida Assembleia, que deveria ser o de recolocar o clube no caminho da Lei e da moralidade administrativa.

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