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Patrocinadora (?) do Corinthians não tem dinheiro nem para comprar uniformes de clube que sustenta no Rio de Janeiro

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Anunciada com pompas, no início do ano, como nova patrocinadora do Corinthians, a desconhecida KLAR, proprietária do Tigres (clube para beneficiar agentes de jogadores, sediado no Rio de Janeiro) chegou até a dizer que estaria próxima de fechar contrato de “naming-rights” do estádio em Itaquera.

Discurso que diretoria do Timão somente desmentiu após grande pressão da imprensa.

Estranhamente, após a confusão, apesar de o uniforme do clube contar até com a exibição do logotipo de uma casa de apostas gerida de paraísos fiscais, não se viu, até o momento, a marca da KLAR no manto alvinegro.

Ontem, o Deputado Federal Washington Reis, gestor da KLAR e do TIGRES, responsável pela costura do acordo com o Corinthians, após se acertar com o também parlamentar Andres Sanches (PT), sumiu para não dar entrevistas.

A equipe carioca deixo de treinar porque não possuía uniformes.

Nas últimas partidas (quatro derrotas no fraquíssimo Cariocão) o Tigres tem passado o vexame de jogar com calção do Corinthians (cedido, sabe-se lá por quais razões, gratuitamente pelo clube de Parque São Jorge) com o logo da equipe colado por cima.

Recentemente, jogadores foram avisados que as refeições, então servidas pelo clube em refeitório (café da manhã, almoço, etc.), estavam cortadas.

Sem receber salários, os atletas do Tigres passaram, ainda, pelo vexame de viajar para disputar uma partida em Volta Redonda, contra o Fluminense, em ônibus de linha, com catraca e tudo.

Diante desse lamentável quadro, a diretoria do Corinthians, pela ‘Transparência” apregoada em campanha, deveria vir a público para esclarecer:

– ao fechar contrato com a KLAR, o clube sabia que a empresa passava por condições financeiras complicadas ?

– por quais razões o Corinthians cede uniformes, gratuitamente, ao Tigres ?

– por que o logotipo da Klar não está na camisa do Timão ?

– quem indicou o negócio ? O clube já recebeu alguma coisa ? Houve pagamento de comissão ? Para quem ?

Não perguntaremos sobre a proposta de “naming-rights”, que, por razões obvias, algumas delas expostas nesta matéria, não se tratava de cisa séria.

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